sábado, 22 de dezembro de 2012

The arrival...

Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei. Mas gostaria muito de saber. 
Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui. Algumas eu nem gostaria de ser mesmo, tipo arrogante, ma humorada sem amor, sem alma plena  e limpa com bondade e paz, algumas eu queria ter sido, sim, mais forte, feliz por completo, satisfeita. Nem tudo é como agente quer, tudo é do jeito que tem que ser.
Mas acho que na minha infância me orgulharia da pessoa que sou, que me tronei, em alguns aspectos, pois não me imaginava assim tão desconfiada, nem que haveria tanta maldade nesse mundo, onde somos todos vítimas de uma rotina incansável e cheia de problemas, se bem que... Problema é agente que faz, um problema nunca é um problema se não pensarmos nele como um problema e sim como uma aprovação, fácil escrever isso, super, mas quero ver eu fazer isso, a verdade é que eu escrevo sonhos, em que as vezes nem tenho chance de realizar, mas continuo sonhando, e vou morrer assim, e é isso que me motiva, que me faz levantar da cama agora, saber que meus sonhos, são só sonhos porque nunca tentei tirar ele dos meus pensamentos e colocar na prática, mas nesse novo ano eu vou, entrar em uma rua bem larga, cheia de flores e uma linda queda d' água, onde a chegada é.. bem, quando eu chegar, eu conto como foi.

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