quarta-feira, 31 de agosto de 2011

My dear friend john...

Pra falar de você sintonizo meu rádio, para Detonautas, já que é sua banda preferida, falar de ti talvez seja algo mais complicado que eu tente fazer, pois você é um enigma para todos, não pra mim, às vezes tenho medo de entendê-lo, mas é bom saber o que você pensa, afinal como você mesmo diz eu sou a mãe Diná.
Nossa história poderia render um belo livro, diferente dos romances, e do filme fictício “Dear John" você é o da vida real, com estilo, atitudes e humor totalmente diferentes. Como foi diferente, e bom conhecer você, e como nunca vou esquecer seu olhar, o tempo passa, as pessoas mudam, você mudou, mas pra mim, será sempre aquele John que eu conheci numa das minhas férias, talvez a mais importante e divertida de todas, que eu um dia fui ao parke (vermelho da sorte), dos dias que passamos sem nos falar, mas víamos um no olhar do outro, verdade e carinho, pois John, você tem olhos de criança, a lembrança que eu tenho de ti será eterna.
Os dias confusos que nos falamos, em meio a um tumulto de pessoas, num lugar em que eu não conhecia ninguém, nem mesmo você, chegou  perto de mim como um furacão, agiu como um iniciante, mas algo dentro de mim me dizia que eu tinha que conhecê-lo melhor, te prometi que falaria no dia seguinte. Um novo dia nasce então, logo de manhã, na mesma hora lhe encontro, me encontro então, com a pessoa que mesmo sem conhecer sabia quer era do jeito que é, foi quase intuição, você diz então que se chama Johnson (John), poderia ser nome mais bonito?! No mesmo instante muito nervosa respondo o meu é Mariana, envergonhados, achei que nunca mais iríamos nos falar, mas não foi assim, você me mostrou que existem pessoas verdadeiras, que não se importam com o que vão achar de você,tu tem seu estilo, que como você mesmo disse, muita gente tem medo,eu nunca tive, porque olhei através de você."O essencial é invisível aos olhos..."
Como foi pouco o nosso tempo juntos meu amigo, lembro como se fosse hoje, o dia que eu não queria que chegasse nunca, o dia de você ir embora, seus olhos emocionados, me dizendo “tenho medo de nunca mais ver você", claro que eu também estava com esse mesmo medo, mas sabia que o carinho que senti por ti num simples olhar, não ia passar como vento leve, uma brisa de verão, como a maré do mar que invade a praia e depois retorna a sua origem levando consigo lembranças de tempos bons.
Pude conhecer sua família, seus primos, que me trataram super bem, conquistaram até o carinho da minha mãe, criamos então,uma relação de amizade muito grande.
Então John, se eu puder fazer por ti, o que ninguém fez por mim, eu farei...

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